quarta-feira, 10 de março de 2010

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Sabes, quando regressei àquela escola e procurei pelos amigos que havia deixado para trás, eram poucos os que me abriram os braços, mas foi então que te conheci.
Logo ai precisei e te encontrei no meu caminho. Os dias passaram e tornaste te então na marisol, a minha melhor amiga.
 Partilhávamos todas as notificações dos nossos diários até que te deixei longe como nos encontramos no presente.. mas sabes quando quis soltar lágrimas e rasgá-las profundamente com a mão, estávas lá tu longe a soltar-me tais sorrisos que restavam.
Mais um regresso e as lágrimas secaram. Fomos seguindo as nossas vidas e felizes iamos sendo.
Degraus na vida subimos e agora encontramo-nos como irmãs que sentem o aconchego de um dia de frio debaixo dos cobertores, mas longe, muito longe. Partilhamos tudo, mas longe estamos na mesma, até algum dia espero..
 mas nunca desistimos de procurar alguém mais que fizesse o que fazemos entre nós. Não é o que a nossa amizade um dia foi, mas como permanece diariamente. Não recebo um beijinho teu, mas aqueces-me com as tuas palavras de amiga ou algo mais, porque não é qualquer amiga que me faz chorar longe com atormentos da vida e rir pelas ruas da nossa cidade.
São palavras assim que me fazem pensar....


Marisol says:
a mãe pátria é linda e desejada
mas mesmo que cá se esteja não se pode ser feliz
sem os bocados que nos faltam, que fomos perdendo pelo caminho
teremos que voltar atrás e recolhe-los outra vez
regressar a pátria e vencer a solidão.


.... que é bom ter alguém como tu melhor amiga. A distância em si magoa, os momentos são poucos juntas, mas é bom saber de tudo isso e mesmo assim estares sempre ao meu lado espiritualmente ou por palavras que confidencias dia após dia.


e para acabar, nem são apenas palavras assim como descrevo, mas pequenos gestos que aos meus olhos me fazem amar-te como a minha irmã Marisol.


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