segunda-feira, 6 de setembro de 2010

A lingua estava morta.







Sinto os fragmentos de agua cairem com impacto na janela,como estivessem jorrando pelo meu corpo.
Porem o sol so me fez transpirar alegria durante o dia,
ri, sonhei,imaginei e realisei.. fui feliz.
A noite caiu sobre mim e tudo voltou a semelhança do meu vazio. 
Tudo eminente, tudo tao acima do meu estar.
O meu vazio tudo me ocupa, tudo me afasta.. nada me alcança.
Sinto-me um chão baço que toda a gente pisa e vai polindo,                                                                                       
nunca fica igual.. as vezes nem marca.. 
Outras tanto polide que decidem realçar, vagueando pelos meus
 pensamentos que vao chupando as carencias e a falta de querer o que os gigantes tem. 
Uma coisa e certa, pisaste-me o caminho, tirei-te da minha vista por ja nao sentir que eras o meu principe,quanto mais dares-me a conhecer como tal.
Sei que sou um diminuitivo de um gigante. Nem presenca compareço, nem um beijo teu mereço. 
Mas confesso que a minha grandeza e uma invençao do meu vazio,tao pequena quanto a palma da tua mao, mas a mil metros do chão.

"Desculpa se te usei como refugio dos meus sentidos, pedacos de silencio perdidos que voltei a
 encontrar em ti."
..

 Mas passaste-me ao lado.

1 comentário:

Maçã disse...

ele não te pediu para ser amado, ele amou. amou do avesso, amou do lado errado. teve o que pediu. não tens culpa

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